5 livros para quem ama orquídeas

Então você gosta de ler? Não tem nada mais aconchegante e tranquilo que ler um bom livro, ainda mais em meio a orquídeas, seja na sala ou no jardim. Pensando nisso, decidimos listar alguns livros para quem ama orquídeas. A ideia é trazer a flor para um universo lúdico da fantasia.

 

1- O gato e as orquídeas (Kwong Kuen Shan)

 

A artista chinesa explora, neste livro, inúmeras aquarelas com gatos e orquídeas. Ele pinta diversas cenas e momentos em que os felinos estão próximos das belas flores. São 40 aquarelas que, além de serem admiráveis por si só, vêm acompanhadas de poemas, provérbio s e trechos que disseminam a tradicional cultura popular chinesa. É o tipo de livro para colocar na mesa de centro da sala! Ótimo para quem aprecia artes.

 

 

2- A orquídeas também choram (Assis Azevedo)

Neste romance espírita, conhecemos a história de Elizabeth, viúva que tenta superar a morte do marido. A trama discute os sentimentos dos parentes que se vão e ainda explica o porquê das situações que vivenciamos, fazendo um paralelo com as flores: elas falam, sorriem, choram e sofrem.

 

 

3- A Casa das Orquídeas (Lucinda Riley)

Outro romance. Este conta a história de Julia, uma menina que cresceu com os avós em uma casa muito grande na Inglaterra, dividindo seu espaço com orquídeas e seu piano. Após muito tempo, ela é adulta e trabalha como pianista. E devido a uma tragédia, se vê obrigada a voltar para a casa e confrontar o passado para reconstruir sua vida.

 

 

4- Orquídea Negra (Neil Gaiman, Dave McKean)

Quem disse que história em quadrinhos é só para crianças? Esta graphic novel fantasiosa do famoso escritor e quadrinista britânico Neil Gaiman conta a história de uma super-heroína. Após levar um tiro, a personagem Susan Linden ressuscita várias vezes e passa por diversas vidas. Ao longo da trama, o leitor conhecerá toda a relação dela com outros super-heróis do universo em que ela vive.

 

5- Írisz. As Orquídeas (Noemi Jaffe)

O romance brasileiro da escritora, que é doutora em literatura, conta a história de uma mulher húngara que, fugindo do regime da União Soviética, chega em São Paulo para cuidar de orquídeas, e desaparece. É o diretor do Jardim Botânico, Martim, que passará a conviver com os relatórios que ela deixou como forma de se conectar com a mulher por quem se encantara. O livro discute política e linguagem de forma inteligente.