Histórias do mundo das flores

Conheça as histórias da Juliana!

Juliana Torezan Martins, administradora da Prisma Flores e Plantas, trabalha há 22 anos no mercado de flores. Cercada de vasos, cores e folhas, aos poucos ela transformou sua vida em um jardim de belas histórias. Na nossa procura por pessoas que têm algo a contar sobre as orquídeas, encontramos diversos momentos vividos pela empresária que funcionam como crônicas de quem passou tanto tempo conectado a elas.

Assim como as flores em um jardim, cada uma destas crônicas tem sua beleza e seu significado. Juntas, formam uma bela combinação. Confira:

 

Famílias que se conectam através das flores

Quando Juliana conta mais sobre a história da Prisma Flores, vemos o quanto ela se combina e se cruza com a história do Sitio Kolibri. Assim como este, a Prisma Flores também é uma empresa familiar. Juliana conta que a Prisma foi fundada em 1991 inicialmente no CEASA de São Paulo, se expandindo depois para os de Campinas e Ribeirão Preto, e já está com a sucessão garantida: seu filho mais novo já trabalha junto com eles. A administradora conta que a associação familiar se deu quando seu marido, Marcel, decidiu assumir as lojas de Campinas e São Paulo, enquanto seu sogro foi para Ribeirão Preto. “Foi uma decisão em família”, conta a administradora, que passou a trabalhar na administração de toda a empresa após passar pelo mercado de insumos em Holambra.

Mas não é só nessa característica que as empresas se conectam. Juliana conta com muito carinho sobre a amizade que fez com as mulheres do Sitio Kolibri. “Me tornei muito admiradora da Lisette, da Regina e da Gaby”, conta, referindo-se às mulheres do Sitio Kolibri e ressaltando o momento marcante em que viu pela primeira vez a filha da Gaby, admirada pela beleza da criança. “Eu ia buscar produtos no Sitio correndo para poder atender os clientes. Era muita correria, e muito informal também”, relembra, destacando como era a vida ao longo dos primeiros anos em que as empresas se conectaram.

 

Phalaenopsis, muito prazer

Quando o Sitio Kolibri decidiu se dedicar apenas às orquídeas Phalaenopsis, Juliana relata que já conhecia um pouco da planta. “Mas no Brasil tinha mais Chuva de Ouro e Cattleya”, recorda. Aos poucos, a flor se tornou uma de suas preferidas. “Quem trabalha com flor não tem uma única preferida”, conta, enquanto rememora o período em que aceitou vender esta variedade, incluindo a Blue Mystique. Até hoje, o nome complexo da planta gera momentos engraçados, já que muitas pessoas que procuram por ela dizem nomes diferentes. “Florianópolis” é o mais divertido.

Algum tempo após o lançamento das Phalaenopsis, o Sitio Kolibri decidiu por mudar o tipo de pote no qual elas seriam vendidas, o que gerou resistência em Juliana. “Eu falava para as meninas que não ia dar certo: ‘esse pote não vai dar certo, não vai parar em pé’”, recorda. Foi somente após uma visita ao Sitio Kolibri que Juliana admitiu que a mudança não seria ruim. “Foi engraçado: porque eu cheguei dizendo que o vaso não ia parar, mas ela não tombou”, conta, achando graça por ter dado pequenos empurrões no vaso, na crença de que ele iria cair facilmente, mas sem sucesso. “Eu tive que engolir que o pote 12 funcionava”.

 

Por que a Phalaenopsis faz sucesso?

Como Juliana acompanhou o início das vendas e o atual sucesso das orquídeas Phalaenopsis, ela sabe muito bem os motivos para isso. “É um consumo crescente porque a planta se tornou de preço acessível, e durável”, resume. Um vaso que ela mesma levou para casa chegou a permanecer florido por 90 dias. “O consumo tem aumentado pela durabilidade e pela beleza: ela fica bonita em qualquer lugar”. Além disso, Juliana atribui parte do sucesso das Phalaenopsis ao fato de ela não ter cheiro, lembrando que tem pessoas que não gostam do cheiro das flores, seja por gosto pessoal ou até mesmo por alergia.

 

A história das orquídeas recuperadas

Entre tantas histórias que colecionou ao longo do tempo, Juliana se lembra de uma amiga que é uma verdadeira recuperadora de orquídeas. A administradora da Prisma Flores conta que não é incomum perder alguns vasos, seja porque o produto dá algum problema ou as flores murcham antes do tempo, devido a um choque térmico, por exemplo. O que seria uma “planta perdida”, Juliana transforma em doação. Quem recebe as plantas é sua amiga Gina Viacava. “Ela tem um sítio em Paulínia, e lá deve ter em torno de 2 mil plantas. Toda e qualquer Phalaenopsis que quebra eu levo para a Gina, e ela lembra do dia de cada uma delas, e indica nos locais do sítio”, conta, ressaltando que a dona do “hospital de Phalaenopsis” cuida de cada uma das plantas.

 

Trabalhar com flores

Por fim, Juliana conta um pouco sobre o prazer que é trabalhar com flores. Ela conta que é um trabalho cansativo, especialmente porque trabalha em todos os pontos da cadeia comercial das flores. “O maior prazer de trabalhar com flores é ver, mesmo com todo o stress que a gente passa, aquela imagem que enche os olhos”, resume antes de fazer uma brincadeira ao dizer que, vez ou outra, se sente muito estressada e diz, da boca pra fora, que vai mudar de trabalho, para logo em seguida se corrigir. “Vou nada! Vou continuar trabalhando com flores, porque cada vez que eu vejo aquele mar de flores no box, eu fico encantada”, conclui.

 

*aqui no blog do Sitio Kolibri, vamos começar a contar mais histórias! Hoje foi o dia de conhecer um pouco mais da história da Juliana.

Se você tem uma história pessoal relacionada às orquídeas que vale a pena ser contada, entre em contato conosco enviando uma mensagem na nossa página no Facebook.